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Fσямαмσร υмα ραяcєяiα qυє тєм cσмσ σbjєтivσ αjυdαя α รυα αυтσєรтiмα. иóร яєcєbємσร αlgυиร є-мαils ρєdiиdσ cσиรєlнσร, иσร digα σ qυє єรтá тє iиcσмσdαиdσ є єรтαяємσร diรρσรтαร α тє αcσиรєlнαя dα fσямα мαiร รiиcєяα ρσรรívєl, мαร dєixαмσร bєм clαяσ qυє иãσ รσмσร ρรicólσgαร συ αlgσ ραяєcidα, иãσ "тяαzємσร รєυ αмσя єм diαร", мαร αjυdαмσร cσм σρiиiõєร, cσиรєlнσร є єxρєяiêиciαร qυє cєятαмєитє αjυdαяãσ α єรclαяєcєя dúvidαร є тσяиαяá dєciรõєร мєиσร difícєiร єм υм яєlαciσиαмєитσ. иσรรσ cσмρяσмiรรσ é cσм σ bєм єรтαя! тσdαร αร iиfσямαçõєร ραรรαdαร иєรтє Blσg fαz ραятє dσ иσรรσ cσмρяσмєтiмєитσ cσм тσтαl รigilσ є diรcяiçãσ.

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╚»Tѳtɑʆ ɗɛ ѵiรuɑʆizɑçõɛร ɗɛ págiɳɑ«╝

Paixão é crença falsa?

Paixão é crença falsa?

      Eu passei grande parte da minha vida escutando a frase-feita que mais sucesso faz no universo maravilhoso das crenças falsas: não escolhemos por quem nos apaixonamos. É verdade, não escolhemos. Podemos nos apaixonar por gente que não vale um miligrama do que come. É mais assustador ainda considerar que nós mesmos podemos ser estas pessoas na vida de outro alguém que também sofre por nós. Mas em qualquer um dos casos, eu sou inclinado a concordar que, de fato, não escolhemos por quem nos apaixonamos. Paixão, como o nome diz, vem do grego pathos, o mesmo termo que dá origem a "patológico". A paixão é prima-irmã da doença. E ninguém escolhe se apaixonar, tanto quanto não escolhemos ficar gripados ou pegar caxumba. Acontece.
Epa! Mas então por que será que eu digo que isso faz parte do universo das crenças falsas? Ora, não é preciso muito esforço para perceber que por mais que não escolhamos por quem nos apaixonamos, esta "condição de vítima", esta "condição passiva" não é de forma alguma fatídica ou determinante. Se percebemos que nos apaixonamos pela pessoa errada, ainda assim temos escolhas. Temos a escolha, por exemplo, de não querer contato. Temos a escolha de, mesmo apaixonados por quem não deveríamos estar, racionalizarmos minimamente o processo de modo a não nos colocarmos à mercê de quem nos faz mais mal do que bem. Não estou falando de eventuais sofrimentos. Qualquer relacionamento saudável tem sua cota de sofrimento. Estou falando de apaixonar-se por alguém que, por diversas razões, se revela destrutivo para sua vida. Há muitas razões para isso: a pessoa pode ser comprometida e ficar te enrolando infinitamente; a pessoa pode mentir tanto que nem sabe mais discernir o que é verdadeiro do que é falso; a pessoa pode ter um ciúme digno de figurar numa peça teatral de Shakespeare (e, acredite, o ciúme shakesperiano não tem nada de bonito). Em suma, não irei aqui dizer o que é uma pessoa que nos faz mal. Nós sabemos quando uma pessoa nos faz mal. E ela pode nos fazer mal mesmo sendo uma boa pessoa. Basta que a paixão não seja correspondida. E, convenhamos, ninguém tem culpa de não se apaixonar pela gente, não é mesmo? Acontece.

Paixão e fantasia


      A paixão é um veneno da mente. Por conta dela, ampliamos a imagem de uma pessoa, tornando-a mais importante do que ela realmente é. Esta pessoa por quem nos apaixonamos não é ela mesma. Não passa de uma perspectiva projetada de nossas fantasias. Para 99,99% da humanidade, a tal pessoa não tem importância alguma. E é tão relevante para o ser apaixonado, mas não tem relevância além daquela criada pelos mecanismos da fantasia. E é por isso que a paixão sempre estará abaixo do amor e nunca lhe chegará aos pés. Porque a paixão trata de fantasia, e o amor, de realidade.
Porque apaixonar-se é sempre por causa de: por causa da beleza do outro, por causa de sua inteligência ou de várias características sedutoras que o outro apresenta. E amar, ao contrário, é sempre apesar de. Amamos alguém apesar de seus defeitos, apesar de conhecermos seus lados mais sombrios. O amor enxerga, e muito bem. Quem sofre de cegueira é a paixão.
Apaixonar-se é absolutamente natural, e mais natural ainda é que esta paixão dê lugar ao amor na medida em que o tempo passe e aquela pessoa perfeita se converta naquilo que ela efetivamente é: uma pessoa. Isso quando a paixão é correspondida e é saudável. Insistência em paixões infuncionais, apego por quem nos faz sofrer, essas coisas não têm nada de amor e têm tudo de imaturidade ou, em alguns casos, têm a ver com desejo de autodestruição.
Não escolhemos por quem nos apaixonamos. Mas escolhemos dar corda para isso. E quando a paixão se revela destrutiva como uma doença, o tratamento é evidente: afastar-se do que nos causa mal é prerrogativa inicial básica para o retorno a um estado centrado. Em seguida, procurar trazer as projeções e expectativas passionais à luz da análise pode ajudar a mudar nosso gosto, permitindo que nos apaixonemos por pessoas melhores. Gosto é uma coisa que se refina com o tempo e com boa vontade. Assim é na música, na literatura, na culinária, e nos relacionamentos humanos não é diferente. A paixão é uma parte nossa, mas não somos nós. E jamais, nunca deveria ser a força mais poderosa a nos guiar a vida. Aliada à paixão devem vir as considerações racionais. E quem acha que uma coisa exclui a outra ou ainda está na adolescência, ou precisa de uma educação para a vida, de uma efetiva educação filosófica que lhe permita ir além deste falso cenário em que as coisas ou são da paixão ou são da razão. Afinal, é do contraste e da dança paixão-razão que brota a vida em sua forma mais plena e bem vivida.

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╚»Tʀɑɗutѳʀ«╝

ܔܢܜܔSó sE PoDe cOnTαR CoM O QuE Se tEm(๏̯͡๏)

иãσ тєя diинєiяσ αlgυм qυαиdσ รє иєcєรรiтα ρσdє รєя υм ρяσblємα! υмα мαиєiяα dє єรтαя ρяєραяαdσ é ρєиรαя иєgαтivαмєитє, "รiм รєjα รємρяє σтiмiรтα", мαร qυαиdσ тivєя qυє тσмαя υмα dєciรãσ é иєcєรรáяiσ ρєиรαя иσ ρiσя cєиáяiσ, συ яєรρσรтα, αรรiм vσcê єรтá ρяєραяαdσ ραяα єиfяєитαя σร мσмєитσร мαiร difícєiร, αรรiм єviтαяá gяαиdєร รυяρяєรαร. ρσятαитσ cαяяєgυє รєυ diинєiяσ, cαяяєgυє รєυ kiт dє cσиรєятσร, є єรтєjα รємρяє ρяєραяαdσ. αlgσ qυє ρσรรibiliтє σ σтiмiรмσ, é тєя υм ρlαиσ dє cσитiиgêиciα ραяα qυαиdσ dєя тυdσ єяяαdσ. єviтє gяαиdєร ρяєσcυραçõєร.

Tudo passa

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Tudo passa... Todas as coisas na Terra passam. Os dias de dificuldade passarão... Passarão, também, os dias de amargura e solidão. As dores e as lágrimas passarão. As frustrações que nos fazem chorar... Um dia passarão. A saudade do ser querido que está longe, passará. Os dias de tristeza... Dias de felicidade... São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas. Se, hoje, para nós, é um desses dias, repleto de amargura, paremos um instante. Elevemos o pensamento ao Alto e busquemos a voz suave da Mãe amorosa, a nos dizer carinhosamente: 'isto também passará' E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre, semelhante a enorme embarcação que, às vezes, parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas. Mas isso também passará porque Jesus está no leme dessa Nau e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a agitação faz parte do roteiro evolutivo da Humanidade e que um dia também passará. Ele sabe que a Terra chegará a porto seguro porque essa é a sua destinação. Assim, façamos a nossa parte o melhor que pudermos, sem esmorecimento e confiemos em Deus, aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo, também passará. Tudo passa... Exceto Deus. Deus é o suficiente! Chico pegou carona na Epístola de Paulo aos Coríntios: 'Tudo passa'. E escreveu uma das páginas mais sábias da literatura humana. Um texto que se aproveita a todas as religiões, a merecer reflexão profunda em face dos dias difíceis por que atravessa a Humanidade. Uma página de amor e esperança para os aflitos. Chico Xavier